segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

NOTAS DE LEITURA - ADORAÇÃO OU SHOW? CRITICAS E DEFESAS DE SEIS ESTILO DE CULTO - PAUL BASDEN (EDITOR)

Com este livro comecei minhas leituras de 2012 e posso dizer com todas as palavras - Comecei muito bem, obrigado. Devo ser sincero em dizer que não gosto muito de livros com muitos autores, mas este em particular me chamou muito a atenção, uma vez que a igreja que tenho o prazer de servir como pastor está focada neste ano no tema - Adoração. 
É incrível como temos a tendência de pensar a adoração em termos de estilo. Adoração nada tem a ver com estilos. Adoração é uma tentativa de expressar gratidão e louvor e como tentativa vamos encontrar varias manifestações humanas no sentido de relacionar-se com o divino.
O organizador do livro conseguiu equilibrar muito bem sem ser tendencioso ou parcial e a conclusão nos leva a uma abertura e a um dialogo com outras expressões litúrgicas. 
Realmente vale a pena a leitura. Deixo vocês com minhas notas de leitura. 


  • a adoração verdadeira é o exercício do espirito humano, que nos nos coloca diante do mistério e da maravilha de Deus, em cuja presença a resposta mais adequada e salutar é o amor que o venera. 
  • A adoração crista é a resposta alegre dos cristãos ao amor sagrado e redentor de Deus que conhecemos por intermédio de Jesus cristo.
  • A adoração, em todas as suas formas é a resposta da criatura ao Eterno. 
  • Adoração é - estimular a consciência pela santidade de Deus, alimentar a mente com a verdade de Deus, purificar a imaginação por meio da beleza de Deus, abrir o coração ao amor de Deus, dedicar a vontade ao proposito de Deus.
  • Não existe uma definição ideal de adoração.
  • Quem procura uniformidade liturgica no NT encontra justamente o contrario.
  • ...o objectivo da adoração sofreu mudança dramática: deixou de ser para Deus e passou a visar ao pecador perdido que precisava de salvação. As influencias do reavivamentismo permanecem em muitas das praticas atuais de adoração. 
  • A adoração em todos os lugares e épocas, nunca foi praticada de uma maneira. Deus é muito profundo e as pessoas diferentes demais entre si para que isso aconteça.
  • Adoração liturgica significa adoração prescrita, o culto necessário a determinada ocasião. 
  • Aquele que esta acima de tudo e que a tudo criou ainda tem um desejo. Ser o meu Deus. Deseja ser o nosso Deus. Deseja relacionar-se com todos nós
  • Ele deseja a adoração não para satisfazer de alguma maneira, as necessidades de seu santo ego, mas por ela ser uma indicação do relacionamento entre Deus e o povo que ele ama. 
  • Ha algo mais partindo seu coração (Deus): a adoração superficial e ritualística, as expressões de amor que não expressam amor nenhum, a tradição ensinada por homens, a dissimulação, o culto só com os lábios. 
  • Jesus deixa bem claro: se a adoração se resumir a cantar canções, a juntar pessoas antes dos avisos ou a preencher o tempo cerca de 20 minutos antes da mensagem, então é melhor poupar-se do incomodo. Se recitamos os credos por simples tradição, é melhor parar com isso. Se buscamos milagres sobrenaturais para nosso simples beneficio e pelo que receberemos, então não entendemos nada. Se não estamos envolvidos de coração com as genuínas expressões de amor a ele, se não ha relacionamento como nosso criador e redentor, então Deus não esta sendo honrado.
  • Não podemos honrar a Deus se o nosso coração estiver distante dele. O envolvimento do coração na adoração é o despertar dos sentimentos, emoções e afeiçoes do coração. Quando os sentimentos por Deus estão mortos, a adoração também é morta
  • Acredito que Deus se preocupa é com o coração que não se entrega a ele. Ele não deve estar muito interessado em nossas teorias e técnicas de adoração, excepto como um meio capaz de realmente aproximar nosso coração do dele. A adoração que não seja sincera e verdadeira simplesmente não interessa a ele. 
  • A paixão por ver nosso coração inteiramente entregue a ele, engajado na tarefa de decretar o fim das canções superficiais, ritualisticas e dissimuladas e trazer as pessoas a um formidável período de relacionamento com o Deus vivo é a essência da novidade trazida pela adoração contemporânea. Esta, em seu melhor aspecto, não surgiu simplesmente do desejo de trocar o órgão pela guitarra, e sim do anseio por substituir a recitação casual e desinteressada de credos e hinos por momentos autênticos de afectuosa e grata interação com aquele que derramou seu sangue por nos. 
  • Como esquecemos rapidamente o objectivo. Com tantas estratégias, adoramos de forma a fazer crescer nossa igreja, e não porque o Senhor merece toda a nossa adoração: mas fazemos tudo isso porque Deus é merecedor de todo nosso louvor e porque queremos adora-lo. 
  • Se aprendermos a adorar com o coração inteiramente entregue, Deus se glorificado e terá liberdade para agir em nosso interior e em nosso meio.
  • Passei a entender que a adoração, conforme descrita tão vividamente na Escritura, destina-se a ser um dialogo que flui do aprofundamento de nossa relação com o Senhor. 
  • Para o adorador contemporâneo, porem o principal objectivo é  o relacionamento. 
  • Em essência, a adoração crista é a interação espiritual e verdadeira entre Deus e seu povo: é uma troca. 
  • Os instrumentos e ate mesmo o estilo da adoração não passam de ferramentas. Não são um fim em si mesmos. 
  • A finalidade é encontrar com Jesus, sentir sua presença e envolver o coração em expressões verdadeira de amor a ele. 
  • A adoração é um presente de Deus ao homem. Deus nunca quis que ela fosse ocasião para demonstrarmos nossos conhecimentos de religião, e sim para satisfazer a sede que se tem da presença do Senhor. O método centrado na biblia revela que a adoração não é um plano arquitectado por Deus para fazer com que o homem alimente o ego divino. A escritura mostra, de forma consistente, o Senhor chamando suas escrituras a adora-lo em sua presença, para que ele as possa libertar, redimir, renovar e restaurar. 
  • Deus deseja que adoremos em sua presença para que ele possa se mover em nossa vida. 
  • Uma breve leitura do livro de Salmos pode propiciar uma visão formidável daquilo que Deus fará no coração de seu povo se este se entregar verdadeiramente a adoração. 
  • ....Davi e seus pares dizem-nos que quando adoramos, criamos nada menos que um anseio por Deus, uma alegria, uma paixão pela presença de Deus, uma fé maior, um amor pela Palavra, conforto, maior amor pelo Senhor, adoração, exaltação, celebracao, ação de graças, louvor, unidade e arrependimento. 
  • Minha função é conduzir nossa igreja a momento de adoração em que Deus e seu povo possam reunir-se. 
  • Os integrantes da equipe de louvor cantam no palco com todo entusiasmo, deixando, muitas vezes a congregação de lado. Escolhemos canções desconhecidas das pessoas, cantamos em tons que elas não conseguem alcançar e em ritmos que não conseguem acompanhar e, depois perguntamos por que elas não se envolvem. 
  • Nossa maior prioridade não é fazer show. Nosso maior proposito é conduzir o povo de Deus a um encontro com ele. Se a congregação estiver o povo de Deus a um encontro com ele. Se a congregação estiver distante disso, então simplesmente voltamos a ser o que éramos no inicio, apenas com personagens diferentes. 
  • Apresentar no altar de Deus, semana após semana, a melhor oferta que pudermos deve ser a nossa paixão e também nosso chamado. 
  • A adoração aproxima o coração de Deus de seu povo. Conforme a adoração se eleva, Deus desce para recebe-la. Vivência-se o Senhor como imanente. Durante a adoração, é comum que as pessoas sejam convencidas, convertidas, curadas e ate libertadas de espíritos malignos. O poder de Deus é quase sempre manifestado nessa adoração. 
  • A adoração carismática encontra sua fonte no Pai, mediada pelo Filho e fortalecida e liderada pelo Espirito Santo. 
  • Ao mesmo tempo, o Espirito sensibiliza a adoração tanto com liberdade quanto com ordem. Os lideres da adoração carismática fazem um planejamento antecipado. Eles também respondem a liderança do Espirito no momento. Isso, em seu melhor aspecto, mantém o frescor da adoração e sua relevância em todas as situações e em cada congregação. 
  • Tornamo-nos parecidos com aquilo que adoramos. Se adoramos os idolos de nossa época, tornamo-nos parecidos com eles. Se adoramos os idolos de nossa época, tornamo-nos parecidos com eles. Se adoramos o Deus trino, tornamo-nos parecidos com ele - e somos incluídos em sua comunidade de amor eterno e sagrado. 
  • A adoração colectiva, embora deva ser ordeira e organizada, deve também ser livre e espontânea, bem como “guiada pelo Espirito”. 
  • A estrutura não deve sufocar a vida. 
  • Nem a melhor das musicas ou o melhor dos arranjos compensa a ausência de Deus. 
  • Uma tendência de adoração que vem me preocupando cada vez mais é a de sua apresentação como se fosse um show. O louvor é o contrario do orgulho. O orgulho diz “olhem para mim”, enquanto o louvor anseia pelo encontro com Jesus. 
  • Cada geração tem sua identidade musical, com a tendência de recuperar depois o melhor que o passado tem a ofertar. Isso também ocorre em grande parte da adoração carismática. Simultaneamente, todo reavivamento gera novas musicas, sendo esse um sinal de sua autenticidade. 
  • Quando a adoração tem como base o sermão, o coral ou o grupo de louvor, a adoração é feita para as pessoas mas raramente é feita por elas. 
  • A questão não é o que a adoração alcança, e sim o que ela representa. Voltando a teologia da adoração, ela representa Deus e sua missão de salvar o mundo. 
  • Pode haver uma cruz, inúmeras velas acesas, ícones e vitrais brilhantes nas paredes do recinto - todos centrados no púlpito, na mesa do Senhor e talvez, na agua do batismo. A  fé é visualizada. 
  • A adoração que enfatize o estilo esta predestinada ao fracasso. 
  • Os ministros de musica conhecem musica, mas não possuem o conhecimento das disciplinas necessárias para pensar a adoração de forma cristocentrica.
  • O mundo emergente talvez esteja fascinado com o sobrenatural e sedento de mistério. 
  • No campo pratico, realinhamento quer dizer restabelecimento de expressões centradas em Deus e referentes ao Criador. 
  • Um dos princípios do ministério emergente é que sejamos transformados por meio da actividade de Deus em nós e por meio de nós, não pelo que consideramos precisar e muito menos por ficarmos ruminando uma forma de conseguir um comportamento melhor. 
  • Lembrar bem é recontextualizar o passado no presente, fundir o melhor de ontem com o melhor de hoje e, durante o processo, gerar algo inteiramente novo. 
  • A incapacidade da igreja contemporânea de sair da homogeneidade para entrar na diversidade, francamente é seu maior obstáculo ao despertar numa cultura exponencialmente diversificada. 
  • O Deus eterno veio ao nosso mundo em um momento oportuno, como parte de uma raça, linhagem, cidade e sexo específicos. Jesus não nasceu como protótipo e não ministrou protótipos. Ele veio na forma humana e ministrou a pessoas em toda a sua especificidade: prostitutas, fariseus, leprosos, centuriões, colectores de impostos, velhos e jovens, homens e mulheres, escravos e senhores, ricos e pobres. Como é possível fazer menos isso? Ministrar de acordo com o protótipo é faze-lo descartando a jornada pessoal, sem qualquer especificidade geográfica, sem assumir a humilde descida ao momento presente , que continua a caracterizar o ministério de Deus para nós. 
  • Seria abandonar a adoração planejada em cubículos e passar a adoração planejada em comunidade. 
  • Ate que vejamos face a face, nossa adoração será sempre parcial. Ate que conheçamos plenamente como somos plenamente conhecidos, nossa adoração será sempre incompleta. 
  • Os lideres da igreja contemporânea devem tomar cuidado: a adoração movida pelo desempenho conduz a mentalidade do trabalho árduo, segundo a qual Deus nos recompensa por ele. Isso significa a morte da adoração em espirito e em verdade. 
  • A adoração carismática será mais fiel a escritura se desistir de controlar os resultados da adoração, permitindo que o Espirito sopre onde quiser. 
  • A adoração é tão divina quanto humana. É divina no sentido de que a graça de Deus sustenta a adoração. motivando-a e capacitando-a. 
  • A adoração humana a Deus é profunda demais para ser manifestada em um único método. 
  • Como filhos da nova aliança, temos de encontrar nossa direcao nas palavras de Jesus e dos apóstolos - estranhamente, porem, eles se calam quanto aos detalhes referentes a adoração. 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

U2 - Magnificent - Vídeo Clipe

LIVROS QUE LI EM 2011


Compartilho com vocês os livros que li neste ano:
  1. A IGREJA NA CULTURA EMERGENTE - LEONARD SWEET
  2. ANIMO - EUGENE PETERSON
  3. CONFISSÕES DE UM PASTOR DA REFORMISSÃO - MARC DRISCOLL
  4. CULPA E GRACA - PAUL TOURNIER
  5. DEUSES FALSOS - TIMOTHY KELLER 
  6. O DEUS PRÓDIGO - TIMOTHY KELLER
  7. ORTODOXIA - G.K CHESTERTON
  8. ORTODOXIA GENEROSA - BRIAN MCLAREN
  9. POR QUE AMAMOS A IGREJA - KEVIN DEYOUNG E TED KLUCK
  10. MEMÓRIAS DE UM PASTOR - EUGENE PETERSON
  11. O PASTOR SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS - EUGENE PETERSON
  12. UMA FORCA EM MOVIMENTO - ERWIN MCMANUS
  13. FÉ E DESCRENÇA - RUTH TUCKER

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Oficina G3 na CBN interpretando "I Still Haven't Found What I'm Looking ...

FÉ E DESCRENÇA - RUTH TUCKER (NOTAS DE LEITURA)

NOTAS DE LEITURA - FÉ E DESCRENÇA - Ruth Tucker
“Eu creio, ajuda-me na minha incredulidade.” Eu já amava esta confissão e depois de ler “Fé e Descrença” passei não só a amar mais como também fiz dessa confissão a minha própria confissão de fé. O conceito de fé como algo que não depende da nossa capacidade de crer é simplesmente bombástico. O livro faz um “Tour” pela historia da descrença e é possível concluir portanto que duvidar não é uma posse do pós-moderno. Na verdade a autora nos mostra que crer e duvidar caminham juntos, numa linha bastante ténue. Os relatos de pessoas que passaram pela desconversão trazem arrepios e nos fazem pensar se a igreja está pronta para acolher os que não acreditam. O livro é bastante provocador e exige do leitor uma boa dose de coragem para lidar com algo que não acontece apenas com o “outro”. Se eu creio? Sim, eu creio. Preciso da ajuda do Senhor para isso. 
Notas de Leitura - 
  • A fé é um dom de Deus, mas é também um “esforço” humano. 
  • O pos-modernismo propiciou um ambiente mais aberto a aceitação do sobrenatural. Mas esse ambiente não interrompeu o vazamento nas tubulações do cristianismo.
  • Grande parte dos escritos sobre o tema visa assegurar a quem duvida que no fundo, duvidar é bom, que na duvida a fé se fortalece, que para ser um cristão bom e consciente deve-se provar a duvida. 
  • Mas ao contrario daqueles que abandonaram a fé, eu não farei - se não por outro motivo, pelo misterioso fato de que Deus me segura com pulso firme. 
  • .... as bênçãos da emoção não eram tão estáveis e permanentes como as verdades espirituais que brotavam da Escritura. 
  • Mas o “Deus aberto” não pode garantir  que isso venha acontecer. Ele pode apenas lutar connosco contra o caos e continuar tentando com maior intensidade. A gente poderia sentir pena de um Deus assim, poderia ate se solidarizar com ele em sua batalha cósmica contra o poder das trevas. Mas dificilmente alguém se comoveria a ponto de cair de joelhos e adorar uma divindade tão atenuada, desprovida de transcendência. O “Deus aberto” esta longe de ser o terrível, santo, nunca surpreendido Deus da Biblia, o Deus que é fogo voraz” 
  • Deus se revela em sua natureza oculta e se esconde em sua revelação. Revela-se paradoxalmente para frustrar os orgulhosos, e sub contrario, na omnipotência oposta que se manifestou na cruz. 
  • Hoje muitos mostrar sua desobediência consciente, sua raiva seus punhos cerrados contra a face de Deus porque se ressentem da interferência dele em sua vida - não de sua ausência. 
  • É o mistério que nos permite viver em paz com a ausência. Não consigo imaginar a fé sem a presença do mistério. 
  • É difícil separar as experiências espirituais das emoções individuais. De fato, exactamente como existe uma ténue linha entre a crença e a descrença, assim também ha uma ténue linha entre o espiritual e o psicológico. 
  • Como processo moderno, a secularização ja existe há séculos. 
  • ...Adão e Eva (foram) ateus e agnósticos no sentido moderno desses termos: isto é, agiram como se não acreditassem em Deus ou, pelo menos, na omnisciência e omnipresença de Deus. Conversaram com a serpente como se Deus não estivesse lá. Desobedeceram ao comando divino de não comer da fruta, como se Deus não ficasse sabendo. Esconderam-se como se Deus não pudesse acha-los.
  • Tudo isso esta escrito para nosso conforto, para que possamos ver em que profundidade Deus oculta sua face e como não devemos nos portar segundo nossos sentimentos, mas apenas segundo sua palavra - Lutero
  • Se Deus se esconde nas nuvens da tempestade que pairam sobre o cume do Sinai, então juntem-se ao redor da manjedoura, olhem para Jesus infante pulando no colo da mãe, e saibam que a esperança do mundo esta aqui. Ou então, se Cristo e Deus são igualmente inacessíveis, nesse caso olhem para o firmamento dos céus e admirem-se com a obra de Deus que os sustenta sem pilares. Ou apanhem a menor das flores e vejam na menor pétala o trabalho das mãos de Deus. Lutero
  • O iluminismo cobrou um tributo a fé crista. O século XVIII foi o que produziu Voltaire, Hume, Kant e outros filósofos que desafiaram os próprios fundamentos da crença crista. Seus tratados filosóficos exerceram um efeito paulatino, de modo que após algumas gerações toda a sociedade ocidental foi afectada. Mas o século XVIII foi também o século da expansão do pietismo e dos ressurgimentos evangélicos especialmente por meio dos ministérios de John Wesley, George Whitefield e Jonathan Edwards.
  • Quase todos nós, hoje em dia na pratica levamos a vida como se Deus não existisse 
  • Deus torna-se uma reflexão que vem depois.
  • Há então uma terceira maneira: viver como quem acredita que o poder por tas do universo é um poder de amor, um poder pessoal de amor, um amor tão grande que todos nós realmente somos importantes para Ele. Ele nos ama tanto que cada uma de nossas vidas tem um significado, Ele realmente sabe sobre a queda de todos os pardais, e os cabelos de nossa cabeça estão realmente contados. Esse é o único jeito em que eu consigo viver - Madeleine L’Engle
  • O estagio da negação da divindade de Jesus é a zona intermediária entre a crença e a descrença.
  • Se Jesus foi apenas um homem bondoso, ou um grande mestre e profeta, as fundações da fé crista são irremediavelmente minadas - tanto assim que o comprometimento da fé se torna quase ridículo. 
  • A fé em Deus não explica um eléctron. Por que deveria explicar o mal? A fé não resolve nenhum problema metafísico. Ela apenas suaviza nossa ansiedade. Torna a dor um pouco menos doida. Torna a verdade um pouco menos triste. 
  • Para impedir que alguém se refugiasse no fingimento da ignorância, o próprio Deus implantou em todos os homens um certo entendimento de sua divina majestade - Calvino
  • O máximo que nos prometeram foi que não estaríamos sós em nossa dor e que poderíamos haurir de uma fonte exterior a forca e coragem de que necessitássemos para sobreviver as tragédias e iniquidade da vida - Harold Kushner
  • Mas é socialmente mais aceitável desmascarar um culto do que desmascarar o cristianismo. 
  • Não temos nenhuma estrutura para a desconversão. Ela simplesmente não deve acontecer. 
  • O ponto que estou tentando mostrar é que se exige mais fé para viver sem crença na aconchegante ilusão do que tradicionalmente tem sido chamado de fé. Essa é nossa doutrina sem doutrina, nossa crença descrente. De Vries
  • A maioria das pessoas tomadas por serias duvidas que conheci são pessoas em profunda aflição, pois querem desesperadamente manter-se na fé. 
  • Se voce sente que não pode crer, deve pelo menos fazer o seguinte: mantenha uma mentalidade aberta. Mantenha a mente aberta para a fé, continue querendo-a, continue pedindo-a, e deixe o resto por conta de Deus.
  • A igreja esta fundada sobre Pedro que negou a Cristo três vezes e ao conseguiu caminhar sobre as aguas por si só. Voce espera que seus sucessores caminhem sobre as aguas. 
  • Algumas pessoas, ao perderem a fé em Cristo, passam a ter uma fé inflada em si mesmas. 
  • As vezes precisamos deixar de lado nossos argumentos e revelar nossa vulnerabilidade. 
  • A gente encontra a Deus porque Deus já encontrou a gente. Qualquer coisa que encontrássemos sozinhos não seria Deus. 
  • Se eu tivesse de apresentar um sinónimo para apostasia o termo é simples vaidade. 
  • A igreja é a comunidade da crença corporativa 
  • Confiante eu declaro minha fé, enquanto reconheço, humilde, minha dependência de Deus. (...) sem a ajuda do Senhor, minha fé é totalmente insuficiente. Reconheço que minha fé não se apoia em minha capacidade de crer.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011